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Prótese Dentária – Princípios fundamentais e técnicas laboratoriais

Autor(es): Shirley Kayaki Assaoka | Edilene Almeida Cesar | Flavio de Jesus Oliveira

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  • INSTRUMENTAL E EQUIPAMENTOS
    INTRODUÇÃO
    1.1. GOTEJADOR
    1.2. LE CRON
    1.3. HOLLEMBACK
    1.4. ESPÁTULA Nº 7
    1.5. ESPÁTULA Nº 31
    1.6. ESPÁTULA DE ROACH
    1.7. ESPÁTULAS Nº 24, 36 E 74
    1.8. ESPÁTULA PARA GESSO
    1.9. ESPÁTULAS PARA RESINA E PORCELANA
    1.10. MEDIDOR DE CERÂMICA
    1.11. PINCÉIS
    1.12. TORNINHO DE MÃO
    1.13. BISTURI
    1.14. DESCANSO PARA INSTRUMENTAL
    1.15. PINÇAS
    1.16. ESPESSÍMETRO
    1.17. TESOURAS
    1.18. FACAS PARA GESSO
    1.19. ALICATES
    1.20. MOLDEIRAS DE ESTOQUE
    1.21. CUBETAS OU GRAAL
    1.22. POTES DE DAPPEN
    1.23. POTE DE VIDRO COM TAMPA
    1.24. MEDIDORES
    1.25. LÂMPADA DE HANNAU
    1.26. BICO DE BÜNSEN
    1.27. GOTEJADOR ELÉTRICO
    1.28. LAMPARINA
    1.29. DOWEL PIN
    1.30. BASE COM GUIA PARA TROQUEL
    1.31.  BASES PARA MODELOS
    1.32. LOCALIZADOR DE TROQUÉIS E RECORTADOR DE PALATO
    1.33. SECCIONADORES DE TROQUÉIS
    1.34. METALIZADOR DE TROQUEL
    1.35. ASPIRADOR DE BANCADA
    1.36. VIBRADOR
    1.37. RECORTADORES DE MODELOS
    1.38. ARTICULADORES
    1.39. MOTORES DE BANCADA
    1.40. BROCAS E BROQUEIROS
    1.41. MUFLAS
    1.42. PRENSAS
    1.43. POLIMERIZADORAS
    1.44. POLIDORA QUÍMICA
    1.45. MOTOR TIPO TORNO E CAIXA PROTETORA
    1.46. MOTOR DE ALTA ROTAÇÃO
    1.47. ESCOVAS E CONES
    1.48. MARTELOS
    1.49. REVÓLVER DE AR
    1.50. DEMUFLADOR PNEUMÁTICO
    1.51. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
    1.52. FRESADORA
    1.53. CÂMARA DE UMIDADE
    1.54. ANÉIS DE FUNDIÇÃO
    1.55. DELINEADOR OU PARALELÔMETRO
    1.56. CADINHOS
    1.57. FORNO PARA PORCELANA
    1.58. CENTRÍFUGA
    1.59. FORNO PARA FUNDIÇÃO
    1.60. MAÇARICO
    1.61. JATOS DE AREIA
    1.62. VAPORIZADOR
    1.63. BALANÇAS
    1.64. INCLUSOR A VÁCUO
    1.65. ULTRASSOM
    1.66. FOTOPOLIMERIZADOR
    1.67. PLASTIFICADOR
    1.68. GODÊS
    1.69. DESCERADOR
    1.70. COMPRESSOR
    1.71. SOLDADORA A LASER
    1.72. DECAPADOR
    1.73. SISTEMA CAD/CAM
    MATERIAIS DENTÁRIOS
    INTRODUÇÃO
    2.1. ESTRUTURA DA MATÉRIA
    2.2. CLASSIFICAÇÃO DOS SÓLIDOS
    2.3. PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS
    2.4. MATERIAIS DE MOLDAGEM
    2.5. GESSOS
    2.6. REVESTIMENTO
    2.7. CERAS
    2.8. RESINAS ACRÍLICAS
    2.9. RESINAS FOTOPOLIMERIZÁVEIS
    2.10. CERÂMICAS
    2.11. LIGAS METÁLICAS
    2.12. DENTES ARTIFICIAIS
    2.13. ISOLANTES
    2.14. BÓRAX
    2.15. FUNDENTES E ANTIFUNDENTES
    2.16. SOLVENTE DE GESSO
    2.17. MATERIAIS PARA POLIMENTO
    2.18. ANTIBOLHA
    2.19. OPACIFICADOR (PÓ/LÍQUIDO OU LÍQUIDO)
    2.20. ÁGUA DESTILADA
    2.21. SILICONE PARA LABORATÓRIO
    2.22. ABRASIVOS
    ANATOMIA E ESCULTURA DENTÁRIA
    INTRODUÇÃO
    3.1. ANATOMIA GERAL
    3.2. ANATOMIA DA CABEÇA
    3.3. MIOLOGIA
    3.4. ARTICULAÇÃO
    3.5. APARELHO MASTIGADOR
    3.6. ANATOMIA DENTÁRIA
    3.7. DENTIÇÕES
    3.8. NOMENCLATURA DENTÁRIA
    3.9. FÓRMULA DENTÁRIA
    3.10. NOTAÇÃO DENTÁRIA
    3.11. MORFOLOGIA DOS DENTES PERMANENTES
    3.12. ESCULTURA REGRESSIVA
    3.13. ENCERAMENTO PROGRESSIVO DAS SUPERFÍCIES OCLUSAIS
    PRÓTESE FIXA
    INTRODUÇÃO
    4.1. DEFINIÇÃO
    4.2. OBJETIVO
    4.3. INDICAÇÃO
    4.4. PRÓTESE PROVISÓRIA (TEMPORÁRIA)
    4.5. MOLDAGEM – MOLDE – MODELO
    4.6. CLASSIFICAÇÃO DA PRÓTESE FIXA
    4.7. CEROPLASTIA E ESCULTURA EM PRÓTESE FIXA
    4.8. PREPARO DO PADRÃO DE CERA PARA INCLUSÃO EM ANEL DE FUNDIÇÃO
    4.9. COMPENSAÇÃO DA CONTRAÇÃO
    4.10. FUNDIÇÃO
    4.11. TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS METÁLICAS
    4.12. DECAPAGEM
    4.13. USINAGEM E POLIMENTO DAS PEÇAS METÁLICAS
    4.14. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE SOLDAGEM
    4.15. MATERIAIS ESTÉTICOS
    4.16. PRÓTESE FIXA ADESIVA
    4.17. IMPLANTES DENTÁRIOS: NOVOS CAMINHOS
    PRÓTESE TOTAL
    INTRODUÇÃO
    5.1. CONCEITO
    5.2. CLASSIFICAÇÃO EM RELAÇÃO A SUA CONFECÇÃO
    5.3. REQUISITOS BÁSICOS NA CONFECÇÃO DE UMA PRÓTESE TOTAL
    5.4. EXAME DA CAVIDADE BUCAL PARA CONFECÇÃO DA PRÓTESE TOTAL
    5.5. ACIDENTES ANATÔMICOS DE INTERESSE AO TÉCNICO NA CONFECÇÃO DA PRÓTESE TOTAL
    5.6. MOLDAGEM ANATÔMICA
    5.7. MODELO ANATÔMICO
    5.8. MOLDEIRA INDIVIDUAL
    5.9. MOLDAGEM FUNCIONAL
    5.10. MODELO FUNCIONAL OU DE TRABALHO
    5.11. ZONAS DE PENDLETON
    5.12. BASE DE PROVA E PLANO DE ORIENTAÇÃO
    5.13. RELAÇÃO MAXILOMANDIBULAR DE INTERESSE AO TÉCNICO
    5.14. CURVA DE COMPENSAÇÃO INDIVIDUAL – DESGASTE DE PATTERSON
    5.15. REGISTROS OBTIDOS NO PLANO DE ORIENTAÇÃO
    5.16. TRANSPORTE DOS MODELOS AO ARTICULADOR
    5.17. SELEÇÃO DOS DENTES ARTIFICIAIS
    5.18. MONTAGEM DOS DENTES ARTIFICIAIS
    5.19. CEROPLASTIA E ESCULTURA DA MUCOSA ARTIFICIAL
    5.20. INCLUSÃO EM MUFLA
    5.21. PRENSAGEM E ACRILIZAÇÃO COM CARACTERIZAÇÃO DE GENGIVAS NO SISTEMA TOMAZ GOMES
    5.22. DEMUFLAGEM DA PRÓTESE TOTAL
    5.23. ACABAMENTO E POLIMENTO DA PRÓTESE TOTAL
    5.24. PRÓTESE TOTAL IMEDIATA
    5.25. REEMBASAMENTOS
    5.26. CONSERTOS EM PRÓTESE TOTAL
    5.27. OUTRAS TÉCNICAS NA CONFECÇÃO DA PRÓTESE TOTAL
    PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
    INTRODUÇÃO
    6.1. DEFINIÇÃO
    6.2. INDICAÇÃO
    6.3. CLASSIFICAÇÃO DAS PRÓTESES PARCIAIS REMOVÍVEIS
    6.4. CLASSIFICAÇÃO DE KENNEDY
    6.5. REGRAS DE APPLEGATE (1959)
    6.6. ELEMENTOS CONSTITUINTES DA PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
    6.7. CONFECÇÃO DA PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
    6.8. MONTAGEM DOS DENTES ARTIFICIAIS E CEROPLASTIA
    6.9. PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL PROVISÓRIA
    NOÇÕES BÁSICAS DE ORTODONTIA
    INTRODUÇÃO
    7.1. ORTODONTIA – CONCEITO
    7.2. FINALIDADE
    7.3. CLASSIFICAÇÃO DAS MALOCLUSÕES
    7.4. CLASSIFICAÇÃO DE LISHER
    7.5. CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE
    7.6. MOVIMENTAÇÃO DENTÁRIA
    7.7. TRATAMENTOS EM ORTODONTIA
    7.8. TRATAMENTO CLÍNICO
    7.9. LABORATÓRIO DE PRÓTESE DENTÁRIA
    7.10. EXERCÍCIOS PARA APRENDIZADO
    7.11. CONFECÇÃO DE GRAMPOS
    7.12. MOLAS E ARCO LABIAL
    7.13. PARAFUSOS DE EXPANSÃO (EXPANSOR)
    7.14. ACRILIZAÇÃO DOS APARELHOS ORTODÔNTICOS REMOVÍVEIS

  • Um pequeno histórico se faz necessário. Antigamente, no Brasil, as próteses eram executadas pelos próprios dentistas em seus consultórios; muitos deles contratavam auxiliares, que aprendiam o ofício, e passavam, então, a ser denominados protéticos. A maioria desses auxiliares aprendia a confeccionar as próteses dentárias sem qualquer embasamento Científico, apenas executavam as técnicas. Uma pequena parcela desses protéticos, devido a seu espírito empreendedor – e curiosos que eram – tornou-se autodidata, pesquisadora, e muito contribuiu para o engrandecimento e reconhecimento desta profissão. Na década de 1960, o protético José Zarella, estudioso, autodidata, idealista, observando a evolução da Odontologia e, conseqüentemente, da prótese dentária, viu a necessidade de criar profissionais com formação acadêmica, e, portanto, com informações e embasamentos científicos. Juntamente com o Dr. Amin Said Yunes, começou sua luta para criar um curso de formação. Grandes foram as dificuldades e obstáculos, pois, até então, o ofício de protético não era reconhecido legalmente como profissão. Em um laboratório no Senac, São Paulo, começou a lecionar para um pequeno grupo de alunos. Com muita garra e perseverança, conseguiu finalmente que o curso Técnico em Laboratório de Prótese Dentária fosse implantado, e assim se iniciou a profissionalização no Brasil. Atualmente, existem escolas com cursos para técnicos em todos os estados do Brasil. Devemos essa conquista à luta desse admirável e valoroso profissional, Prof. José Zarella, a quem muito estimo. Aqui registro a minha singela homenagem. A profissão foi reconhecida e regulamentada oficialmente em 05 de novembro de 1979, e hoje, comemoramos essa data como sendo o dia do protético. Com a criação de muitas escolas, muitos métodos de ensino foram se desenvolvendo e se adequando às necessidades de cada região. Os professores levavam para as salas de aula seus conhecimentos e experiências profissionais, pois não existia nenhuma literatura com linguagem específica para esse segmento – somente para acadêmicos de Odontologia, o que dificultava os ensinamentos técnicos. Comigo não foi diferente, e junto com o Prof. Munenobu Oshiro, desenvolvemos apostilas para melhor orientar os alunos dos cursos de formação por nós ministrados. Já se passaram mais de vinte anos e continuamos sem uma literatura que abranja todas as disciplinas, com conceitos, definições, materiais, equipamentos, técnicas de confecção. Senti-me, então, na obrigação de deixar minha contribuição para essa parcela da Odontologia que tanto estimo e à qual me dedico. Espero, sinceramente, que este livro possa auxiliar a todos que iniciarem nessa profissão tão gratificante, aos recém-formados, aos técnicos e profissionais, para que possam aprender, revisar ou atualizar esses conceitos científicos tão importantes.

  • Autor(es)

    Edilene Almeida Cesar, Flavio de Jesus Oliveira, Shirley Kayaki Assaoka

    Edição

    3ª Edição

    Ano

    2014

    Nº de Páginas

    271

    Encadernação

    Capa dura

    Idioma

    Português

    ISBN978-85-60842-66-7
    Peso1.48 kg
    Dimensões21 × 28 × 3 cm